O papel da internet na relação médico-paciente

“Meu médico é insensível”. “Meu médico não me ouve”. Estas queixas são, infelizmente, frequentes entre pacientes do Brasil e do mundo.

As conflituosas relações médico-paciente têm problemas reconhecidos pelos próprios estudiosos da Medicina. Professores do mundo todo reconhecem que as instituições têm formado médicos munidos de um forte aparato técnico, mas que deixam a desejar no trato humano.

A internet tornou este atrito mais intenso. Graças a ela, conhecimentos sobre a saúde e o funcionamento do organismo passaram a ser mais acessíveis ao público geral – que não tem receio algum em contestar decisões e recomendações dos pacientes com base em pesquisas próprias.

Médica usando o tablet para exibir informação à paciente enquanto as duas olham para a tela do tablet

Ou seja: por mais que a internet permita o contato entre médico e paciente por meios não convencionais, como e-mail e redes sociais, ela não solucionou a questão do conflito que muitas vezes existe entre as partes. Leia o artigo do Dr. Claudio Lottenberg onde ele expõe sua opinião a respeito do papel da internet na relação médico-paciente.

A solução? Fazer com que jovens estudantes de medicina saiam da academia dotados de conhecimentos comunicativos, sociológicos e antropológicos. Muitos apontam esta como a saída para que os médicos vejam seus pacientes como mais que um mero conjunto de órgãos, mas as pessoas complexas e únicas que são.

 

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